Saturday, December 30, 2006
Saturday, December 23, 2006
Wednesday, December 20, 2006
e vais mais um
pois é, tamos quase no fim deste ano. é com tristeza que me despeço dele… mas acolho de braços abertos o que aí vem. com certeza trará tantas ou mais coisas boas que o demais.
para os que se preocupam com mais um aniversário que se aproxima, deixo-vos com esta:
“Um homem só é velho quando os seus desgostos tomaram o lugar dos seus sonhos”
Um feliz natal a todos e um bom ano.
Monday, December 18, 2006
já foi há tanto tempo mas…
Sunday, December 17, 2006
vai ficar tudo bem *
“Nothing. Strangely enough, it all turns out well.”
“How?”
“I don’t know. It’s a mystery.”
Friday, December 15, 2006
dream dream dream
Dawson: What happened?
Joey: I got my dream, and now I don’t have anything else.
Thursday, December 14, 2006
tu é que sabias ricardo
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser.
eu
a verdade é que é sempre mais fácil dizer aos outros o que fazer do que fazê-lo nós próprios. porquê? simples. porque apesar de sabermos qual é o caminho certo, também sabemos que invariavelmente ele coincide com o caminho mais difícil. quando chega a nossa vez de seguir esse caminho… hesitamos.
hoje compreendi donde é que vem a minha hesitação. tenho medo. confesso que afinal não sou tão inatingível como gostava de ser. tou mortinho de medo por dentro. tenho medo de não conseguir fazer nada da minha vida. tenho medo de perder tudo o que conquistei. tenho medo disto tudo e de muito mais.
passei largos anos da minha vida a desistir. aliás, se tou aqui em coimbra a estudar, é porque desisti da vida que levava. enfim, acho que bem vistas as coisas, a palavra desistir resume-me.
escrever isto tudo neste blog é única e exclusivamente para libertar estes sentimentos que me atormentam. não quero que me falem sobre este post. não quero que tenham pena de mim. não quero que achem que me estou a fazer de víctima. não insultem a minha inteligência, sei que há quem esteja bem pior que eu, mas apesar de tudo, isso não me faz sentir melhor.
mas mesmo assim, mesmo tendo estes medos todos concentrados em mim, tenho outra coisa que não consigo explicar: tenho uma fé inabalável em mim. incrivelmente, de vez em quando, há uma despreocupação que me invade, e que me diz que no fim, tudo vai acabar bem. é a ela que me agarro. é ela que me deixa dormir quando o mundo tá a girar… e eu sou a única pessoa parada.