Monday, October 30, 2006
Tuesday, October 24, 2006
on growing up
Monday, October 23, 2006
vira o disco, toca o mesmo
hoje descobri duas características que me irritam profundamente nas pessoas. curiosamente, reparei nelas mas em duas pessoas diferentes:
- falar, falar, falar e não dizer absolutamente nada! esta deixa-me possesso. opá, o silêncio é tão bonito. para algumas pessoas, mais que um direito, devia ser uma obrigação!
- mudar de opinião como quem muda de camisola. esta então, abstenho-me de comentários. qualquer pessoa que o faça é porque simplesmente não tem qualquer tipo de consciência moral. como é que é possível adormecer à noite de consciência tranquila sabendo que se é assim? haja paciência.
on my own
Nowhere to turn, no one to go to.
Without a home, without a friend
without a face to say hello to
But now the night is near
And I can make-believe he’s here
Sometimes I walk alone at night
When everybody else is sleeping
I think of him and then I’m happy
With the company I’m keeping
The city goes to bed
And I can live inside my head
On my own
Pretending he’s beside me
All alone
I walk with him ’til morning
Without him, I feel his arms around me
And when I lose my way, I close my eyes and he has found me
In the rain
The pavement shines like silver
All the lights are misty in the river
In the darkness, the trees are full of starlight
And all I see is him and me forever and forever
And I know it’s only in my mind
That I’m talking to myself and not to him
And although I know that he is blind
Still I say there’s a way for us
I love him
But when the night is over
He is gone
The river’s just a river
Without him, the world around me changes
The trees are bare and everywhere the streets are full of strangers
I love him
But every day I’m lonely
All my life I’ve only been pretending
Without me, his world will go on turning
The world is full of happiness that I have never known
I love him
I love him
I love him…
But only on my own…
Sunday, October 22, 2006
fado de uma rua qualquer
E a vida pode recomeçar
onde eu quis sentar-me ao pé de ti
cheio de assuntos para te impressionar.
Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti.
Pronto para ver perder-se a lembrança de mim.
Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti.
Os teus olhos passaram por mim.
Eu tinha a vida a desesperar
e num instante o futuro decidi
ao não decidir, ao congelar.
Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti.
Pronto para ver perder-se a lembrança de mim.
Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti.
É que os fracos não agarram
as hipóteses de mudar.
O que agora só me resta é a dor.
Acordar.
Pronto para ver perder-se a lembrança de mim.
Pronto para ir ao fim do mundo atrás de ti.
monuments and melodies
You magnify my better half
You make me certain
Though all I have today is your photograph
como sol de inverno…
...esta música iluminou-me... mas não me aqueceu:
Contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar,
Mais terno.
Morto o teu desejo
Vivo o meu desejo
Primavera em flor
Ao sol de inverno
Sonhos que sonhei
Onde estão
Horas que vivi
Quem as tem
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém.
Beijos que te dei
Onde estão
A quem foste dar
O que é meu
Vale mais não ter coração
Do que ter e não ter, como eu.
Eu em troca de nada
Dei tudo na vida
Bandeira vencida
Rasgada no chão,
Sou a data esquecida
A coisa perdida
Que vai a leilão.
Sonhos que sonhei
Onde estão
Horas que vivi
Quem as tem
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém.
Vivo de saudades, amor
A vida perdeu fulgor,
Como o sol de inverno
Não tenho calor.
Jura
Dessas que acontecem numa altura
E depois se desvanecem
Sem lembrança boa ou má
E por isso mesmo se esquecem
Jura que se tiveres uma aventura
Vais contar uma mentira
Com cuidado e com ternura
Vais fazer uma pintura
Com uma tinta qualquer
Que o ciúme é queimadura
Que faz o coração sofrer
Jura que não vais ter uma aventura
Porque eu hei-de estar sempre à altura
De saber
Que a solidão é dura
E o amor é uma fervura
Que a saudade não segura
E a razão não serena
Mas jura que se tiver de ser
Ao menos que valha a pena
Friday, October 20, 2006
Ford Ka
Friday, October 13, 2006
hopelessly
the only thing I’ll never show
hopelessly I’ll love you endlessly
hopelessly I’ll give you everything
but I won’t give you up
I won’t let you down
and I won’t leave you falling
If the moment ever comes
It’s plain to see it’s trying to speak
cherished dreams forever asleep
hopelessly I’ll love you endlessly
hopelessly I’ll give you everything
but I won’t give you up
I won’t let you down
and I won’t leave you falling
if the moment ever comes
hopelessly I’ll love you endlessly
hopelessly I’ll give you everything
but I won’t give you up
I won’t let you down
and I won’t leave you falling
but the moment never comes
